segunda-feira, 10 de junho de 2013
E-book " Pequena Abelha"
Olá leitores o E-book de hoje tem uma capa lindaa!divirtam-se lendo "Pequena Abelha". Espero que gostem!!! Boa Leitura!!!
Essa é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa tomar uma decisão terrível, daquelas que, esperamos, você nunca tenha de enfrentar. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa… Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como essa narrativa se desenrola.
Sinopse - Pequena Abelha - Chris Cleave
Essa é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa tomar uma decisão terrível, daquelas que, esperamos, você nunca tenha de enfrentar. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa… Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como essa narrativa se desenrola. Eu queria...
Eu queria sair por aquela porta e conhecer alguém. Assim, sem precisar procurar no meio da multidão. Alguém que me levasse ao cinema e, depois de um filme sem graça, me roubasse gargalhadas. Alguém que segurasse minha mão e tocasse meu coração. Que não me prendesse, não me limitasse, não me mudasse. Alguém que me roubasse um beijo no meio de uma briga e me tirasse a razão sem que isso me ameaçasse. Que me dissesse que eu canto mal e que eu falo demais e que risse das vezes em que eu fosse desastrada. Alguém que me olhasse nos olhos quando falo, sem me deixar intimidada. Alguém com qualidades e defeitos suportáveis. Que não fosse tão bonito e ainda assim eu não conseguisse olhar em outra direção. Alguém que me encontrasse até quando eu tento desesperadamente me esconder do mundo. Eu queria sair por aquela porta e conhecer alguém imperfeito. Feito especialmente para mim!
sábado, 8 de junho de 2013
E-book "Três Metros Acima do Céu" "Sou Louco Por Você"
Olá leitores o E-book da semana vai ser em dobro temos o primeiro e o segundo volume do livro "Três Metros Acima Do Céu". Dois livro muito bonitinhos que vai te conquistar do começo ao fim.Espero que Gostem!!! Boa Leitura!!!
A paixão do mais improvável dos casais, Babi, uma patricinha de Roma, e Step, um motoqueiro bad boy, é a trama de Três Metros Acima do Céu , um romance que conquistou a juventude italiana, a ponto de, durante anos, circular em cópias xerocadas entre os leitores. Para viver o primeiro amor com toda sua intensidade, os protagonistas tentam se modificar, enquanto enfrentam a oposição da família da menina, o estranhamento dos amigos, as dificuldades de acertar o próprio relacionamento e de amadurecer.
Babi, a excelente aluna de boa família, assusta os pais ao deixar de obedecer cegamente às convenções que até então regulavam sua existência, enquanto Step se surpreende ao perceber que o amor vai obrigá-lo a abandonar velhos hábitos e tratar com respeito a namorada que se prepara para seguir uma carreira universitária, algo muito distante do que o destino reservou para o jovem delinqüente. Entre pegas de moto, festas que varam noites, tatuagens, brigas homéricas, provas desesperadas de afeto e uma tragédia que mudará para sempre suas vidas, Step e Babi vivem uma incrível história de amor, cheia de reviravoltas e sentimentos à flor da pele, aquele tipo de paixão que só pode ser vivida quando se tem dezessete anos e acredita-se que tudo ainda é possível.
Step volta à Roma depois de dois anos em Nova York, para onde viaja a fim de esquecer um grande amor.Tenta retomar a vida, encontrar amigos, arranjar um emprego, voltar a se relacionar com a família. Porém, ele logo percebe que algo mudou dentro de si, mas não sabe ao certo o que é. Quando conhece Gin, uma garota de 19 anos, linda e irreverente, vê suas esperanças se renovarem e volta a acreditar que conseguirá se envolver e se apaixonar. Mas não é fácil esquecer Babi e, quando se depara com ela, sente como se todo o seu mundo cambaleasse... É possível reviver a magia do primeiro amor? Será que conseguimos mudar o rumo de nossa própria história?
Sinopse - Três Metros Acima do Céu - Federico Moccia
Babi, a excelente aluna de boa família, assusta os pais ao deixar de obedecer cegamente às convenções que até então regulavam sua existência, enquanto Step se surpreende ao perceber que o amor vai obrigá-lo a abandonar velhos hábitos e tratar com respeito a namorada que se prepara para seguir uma carreira universitária, algo muito distante do que o destino reservou para o jovem delinqüente. Entre pegas de moto, festas que varam noites, tatuagens, brigas homéricas, provas desesperadas de afeto e uma tragédia que mudará para sempre suas vidas, Step e Babi vivem uma incrível história de amor, cheia de reviravoltas e sentimentos à flor da pele, aquele tipo de paixão que só pode ser vivida quando se tem dezessete anos e acredita-se que tudo ainda é possível.
Sinopse - Sou Louco Por Você - Três Metros Acima do Céu #2 - Federico Moccia
Step volta à Roma depois de dois anos em Nova York, para onde viaja a fim de esquecer um grande amor.Tenta retomar a vida, encontrar amigos, arranjar um emprego, voltar a se relacionar com a família. Porém, ele logo percebe que algo mudou dentro de si, mas não sabe ao certo o que é. Quando conhece Gin, uma garota de 19 anos, linda e irreverente, vê suas esperanças se renovarem e volta a acreditar que conseguirá se envolver e se apaixonar. Mas não é fácil esquecer Babi e, quando se depara com ela, sente como se todo o seu mundo cambaleasse... É possível reviver a magia do primeiro amor? Será que conseguimos mudar o rumo de nossa própria história?Simples Assim
Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755),
o Rei perguntou ao General o que
se havia de fazer.
Ele respondeu ao Rei:
'Sepultar os mortos,
cuidar dos vivos e fechar os portos'.
se havia de fazer.
Ele respondeu ao Rei:
'Sepultar os mortos,
cuidar dos vivos e fechar os portos'.
Essa resposta simples,
franca e direta tem muito
a nos ensinar.
franca e direta tem muito
a nos ensinar.
Muitas vezes temos em nossa vida
'terremotos' avassaladores,
o que fazer?
Exatamente o que disse o General:
'Sepultar os mortos,
cuidar dos vivos e fechar os portos'.
'terremotos' avassaladores,
o que fazer?
Exatamente o que disse o General:
'Sepultar os mortos,
cuidar dos vivos e fechar os portos'.
E o que isso quer dizer para a nossa vida?
Sepultar os mortos significa que não adianta
ficar reclamando e chorando o passado.
É preciso 'sepultar' o passado.
Colocá-lo debaixo da terra.
Isso significa 'esquecer' o passado.
Enterrar os mortos.
ficar reclamando e chorando o passado.
É preciso 'sepultar' o passado.
Colocá-lo debaixo da terra.
Isso significa 'esquecer' o passado.
Enterrar os mortos.
Cuidar dos vivos significa que,
depois de enterrar o passado,
em seguida temos que cuidar do presente.
Cuidar do que ficou vivo.
Cuidar do que sobrou.
Cuidar do que realmente existe.
depois de enterrar o passado,
em seguida temos que cuidar do presente.
Cuidar do que ficou vivo.
Cuidar do que sobrou.
Cuidar do que realmente existe.
Fazer o que tiver que ser feito para
salvar o que restou do terremoto.
salvar o que restou do terremoto.
Fechar os portos significa não deixar as
'portas' abertas para que novos
problemas possam surgir ou
'vir de fora' enquanto estamos
cuidando e salvando o que restou
do terremoto de nossa vida.
Significa concentrar-se na reconstrução,
no novo.
'portas' abertas para que novos
problemas possam surgir ou
'vir de fora' enquanto estamos
cuidando e salvando o que restou
do terremoto de nossa vida.
Significa concentrar-se na reconstrução,
no novo.
É assim que a história nos ensina.
Por isso a história é 'a mestra da vida'.
Portanto,
quando você enfrentar algum "terremoto",
não se esqueça:
enterre os mortos,
cuide dos vivos e feche os portos.
Por isso a história é 'a mestra da vida'.
Portanto,
quando você enfrentar algum "terremoto",
não se esqueça:
enterre os mortos,
cuide dos vivos e feche os portos.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
E-book "O Oposto do Amor"
Olá leitores o E-book de hoje é uma emocionante historia sobre auto descobrimento. Uma historia cativante que vai prender você até o final da leitura. Espero que gostem!!! Boa Leitura!!!
Aos 29 anos, Emily Haxby mora sozinha em Manhattan, trabalha em um grande escritório de advocacia, tem bons amigos e um namorado apaixonado. Mas, ainda assim, ela se sente vazia por dentro. O que poderia faltar em uma vida aparentemente tão boa? Em O oposto do amor, Julie Buxbaum estréia na literatura mostrando uma personagem que luta para aprender a lidar com as próprias emoções e precisa desvendar a si mesma antes de encarar o mundo.
Ao desconfiar que Andrew, um médico com quem namora há dois anos, vai pedi-la em casamento, Emily toma uma decisão surpreendente: termina o relacionamento, sem conseguir encontrar uma justificativa plausível para tal atitude. Mergulhada no trabalho, a advogada não tem tempo para refletir sobre o assunto ? passa 20 horas por dia no escritório, envolvida em uma causa que vai contra seus princípios e a faz lidar com um chefe que insiste em assediá-la.
Quando descobre que seu avô uma das pessoas que mais ama e sempre esteve presente para apoiá-la sofre de Alzheimer?. a protagonista é forçada a encarar seus fantasmas. A ausência da mãe, que morreu de câncer quando Emily tinha 14 anos, e a distância existente entre a jovem e seu pai, um político bastante ocupado, incomodam como nunca. No meio desse turbilhão emocional, ela se dá conta de que realmente ama Andrew.
Com o passar do tempo, Emily reflete sobre as escolhas feitas até então e resolve dar um novo rumo à sua vida. Para começar, a personagem procura reatar seu namoro. Diante da resistência de Andrew, ela conclui que o oposto do amor não é o ódio, e sim a indiferença. Seria tarde demais para eles?
Ao longo das páginas, Julie Buxbaum brinda os leitores com uma narrativa sobre amor, perda e a capacidade de se reerguer diante das adversidades, enfrentando os próprios medos. Apesar de ser uma obra de ficção, O oposto do amor mostra como as verdadeiras mudanças na vida de alguém se realizam de dentro para fora. Nesse processo, saber lidar com os sentimentos é fundamental.

Sinopse - O Oposto do Amor - Julie Buxbaum
Ao desconfiar que Andrew, um médico com quem namora há dois anos, vai pedi-la em casamento, Emily toma uma decisão surpreendente: termina o relacionamento, sem conseguir encontrar uma justificativa plausível para tal atitude. Mergulhada no trabalho, a advogada não tem tempo para refletir sobre o assunto ? passa 20 horas por dia no escritório, envolvida em uma causa que vai contra seus princípios e a faz lidar com um chefe que insiste em assediá-la.
Quando descobre que seu avô uma das pessoas que mais ama e sempre esteve presente para apoiá-la sofre de Alzheimer?. a protagonista é forçada a encarar seus fantasmas. A ausência da mãe, que morreu de câncer quando Emily tinha 14 anos, e a distância existente entre a jovem e seu pai, um político bastante ocupado, incomodam como nunca. No meio desse turbilhão emocional, ela se dá conta de que realmente ama Andrew.
Com o passar do tempo, Emily reflete sobre as escolhas feitas até então e resolve dar um novo rumo à sua vida. Para começar, a personagem procura reatar seu namoro. Diante da resistência de Andrew, ela conclui que o oposto do amor não é o ódio, e sim a indiferença. Seria tarde demais para eles?
Ao longo das páginas, Julie Buxbaum brinda os leitores com uma narrativa sobre amor, perda e a capacidade de se reerguer diante das adversidades, enfrentando os próprios medos. Apesar de ser uma obra de ficção, O oposto do amor mostra como as verdadeiras mudanças na vida de alguém se realizam de dentro para fora. Nesse processo, saber lidar com os sentimentos é fundamental.

Glória
De Manuel Carlos
Em Hamlet, o jovem príncipe ensaia os atores para uma representação diante do rei usurpador e assassino do seu pai. Cria uma pantomima que denuncia a ação criminosa. E diz: “O teatro é a armadilha onde vou apanhar a consciência do rei”. E o teatro, no correr de tantos séculos, tem sido a atividade que mais denuncia, que mais cobra, que mais exige. Que mais forma e aprimora o artista. Que dá a ele as ferramentas necessárias a uma das mais belas e ricas profissões.
Que lhe dá o gesto. Que lhe dá a voz da qual nada se perde da primeira à última fila da plateia.
Gosto de conversar com gente de teatro. Essa gente que escolheu a profissão sagrada de “perder-se para encontrar-se”, como bem definiu o escritor Albert Camus. É muito diferente de gente de cinema e de televisão.
Não há como compará-los. Nem se trata de estabelecer quem é melhor ou pior. É outra coisa. É como uma medalha que se carrega no peito. Uma insígnia, uma distinção. Fazem a diferença. São vaidosos como todo artista, mas sempre desejam mais do que uma capa de revista. Aprenderam que é importante ler e ouvir música.
Uma vez, um jovem ator me falava sobre o Francisco Cuoco, ao lado de quem estava trabalhando numa novela de televisão. Estava admirado da competência, seriedade, disciplina do Cuoco. De como o Cuoco era culto e bem informado.
E eu disse:
— Mas o Cuoco é um homem de teatro.
Um homem de teatro. Acho que a primeira vez que eu ouvi essa expressão, que é mais abrangente do que parece, foi do ator francês Louis Jouvet, mas ela pode ser muito mais antiga e estar perdida entre os séculos. Um homem de teatro é completo. O andar, o sentar-se. Os gestos cotidianos. A voz.
Trabalho ouvindo a rádio MEC, a minha preferida entre todas as outras. E durante a programação, por 24 horas, pode-se ouvir poesia dita por atores e atrizes. Muitos são bons, dá prazer ouvi-los, mas ninguém é tão bom quanto o Paulo Autran. Eu fecho os olhos e ouço os versos de Cecília Meireles, Drummond, Fernando Pessoa… E de tal maneira ele diz esses versos que eu me transporto para um palco imaginário, no qual gostaria de permanecer para sempre. Paulo Autran era um homem de teatro.
Percebo que na televisão há muito descuido com a voz e a dicção dos atores. De alguns deles, perde-se boa parte do que falam. Não é falta de talento, mas de escola. Há que aprender, como em qualquer ofício. E, como diz o velho ditado: ninguém nasce sabendo.
Nada contra a televisão e o cinema, mas há que reconhecer que é em cima de um palco que se aprende o que há de melhor na arte de representar. Sem passar por ele, fica muito difícil alguém dizer: sou um ator.
Sou uma atriz.
Alguns me dirão:
— Mas e a Glória Pires, como é que sabe tanto, é tão completa, tão admirada, se nunca pisou num palco?
E eu direi:
— Ela é simplesmente a exceção que confirma a regra.
A Glória é a glória. Não se explica. Admira-se. Ama-se.
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