quinta-feira, 30 de maio de 2013
E-book " Lonely Herarts Club"
Tati Bernardi
Muito Amor
(Tati Bernardi)
Para os grandes, eu penso. E viro a cabeça pra pensar em outra coisa. É mais feliz gostar, amar é pra quem pode. Mas você ou a vida ou sei lá. Insiste. E então chega enorme. E só me resta rir que nem quando vejo um bebê muito pequeno e lindo. Você ri. Vai fazer o quê? É o milagre maravilhoso da vida e eu ficando brega e cheia de medo e cheia de vontade de te contar tantas coisas e nem sei se você gosta de ouvir meus atropelos. Muito amor. E então fico querendo não trair a beleza. Com você sinto a fidelidade de ser tranquila. Um pacto de paz com o mundo. Pra não me afastar de você quando estou longe. E é impossível então que os martelos do apartamento de cima sejam realmente martelos. E é impossível que as chatices do dia sejam realmente sem solução. E os outros caras, aviso, olha, é amor. É amor. Ainda que eu quisesse, não consigo mais nem um centímetro pra você. Desculpa. O amor é terrivelmente fiel. Porque ele ocupa coisas nossas que nem existem nos sentidos conhecidos. É como tomar água morna depois de ter engolido um filtro inteiro de água geladinha. Ninguém nem pensa nisso. Muito amor. De um jeito que era mesmo o que eu achava que existia. E é orgânico dentro da gente ainda que vendo de fora não pareça caber. O corpo dá um jeito. Minha casca reclama mas incha. Tudo faz drama dentro de mim, ainda que nada seja realmente de surpresa. Sentir isso era o casaco de frio que sempre carreguei no carro. Cansado, abandonado, amassado, sujo, velho. Mas, de repente, tudo isso desistente tem serventia e a vida te abraça. O guarda-chuva do porta-malas. A bolsa falsa do assalto que minha mãe mandava eu ter embaixo do banco do passageiro. Sentir isso são os trocos que você guarda pra emergência. Amar grande é gastar reservas e ainda assim ter coragem pra dar o que não se tem. Amar grande é ter vertigem no chão mas sentir um chamado pra voar. Amar grande é essa fome enjoada ou esse enjôo faminto. É o soco do bem na barriga. É mostrar os dentes pra se defender mas acaba em sorriso. É o sal que carrego no fundo falso da bolsa pra quando eu não aguentar a vida. É o açúcar que carrego junto. É tudo que pode sair do controle. É meu corpo caindo. E as almofadas de várias cores pra me dizer que pode dar certo. É o desespero aconchegante.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
E-book "Branca de Neve e o Caçador"
Olá leitores o E-book de hoje é para quem gosta de uma releitura de historias antigas e fascinantes.Espero que Gostem!!! Boa Leitura!!!
Sinopse - Branca de Neve e o CaçadorHá dez anos, a vingativa Rainha Ravenna assassinou o rei na mesma noite em que se casara com ele. No entanto, dominar o reino tornou-se um sofrimento para a Rainha. Para salvar seus poderes, ela deve devorar um coração puro, e Branca de Neve é a única pessoa com esse coração. A fim de capturá-la, Ravenna recorre ao Caçador, o único homem que já se aventurou pela Floresta Sombria e sobreviveu. Branca de Neve será morta pelo Caçador? Ou será treinada por ele e se tornará a melhor guerreira que o reino já conheceu?
Poema de William Shakespeare
Soneto 17
William Shakespeare
Se te comparo a um dia de verão És por certo mais belo e mais ameno O vento espalha as folhas pelo chão E o tempo do verão é bem pequeno. Ás vezes brilha o Sol em demasia Outras vezes desmaia com frieza; O que é belo declina num só dia, Na terna mutação da natureza. Mas em ti o verão será eterno, E a beleza que tens não perderás; Nem chegarás da morte ao triste inverno: Nestas linhas com o tempo crescerás. E enquanto nesta terra houver um ser, Meus versos vivos te farão viver.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Cronica
- Pois é! O ser humano é mesmo muito surpreendente. Confesso que eu também fiquei bastante chateado com a situação. Concordou o segundo investigador.
- Por que você ficou chateado? Foi por causa das vitimas?
- Ora! Claro que sim. Mas também por outra razão. Você sabe que eu sou mineiro não é? Então... E por esse motivo eu fiquei muito chateado. O marginal foi roubar usando como arma um dos símbolos culinários de Minas Gerais. É como se o larápio fosse assaltar alguém usando como arma uma pizza se isso tivesse acontecido em São Paulo ou com uma cuia de chimarrão se o mesmo fato tivesse ocorrido no Rio Grande do Sul...
- Voce não acha que você está exagerando?
- Claro que não. Pode perguntar para qualquer pessoa. Pergunta para qualquer mineiro quais são as coisas da culinária local que mais representam à boa e deliciosa terra mineira. Você vai ver que a pessoa vai te responder que é o queijo minas, o pão de queijo, os doces caseiros, o cafezinho e o indispensável biscoito de polvilho.
- Ah! Eu acho que você está chateado demais com esse caso.
- Claro que eu estou. Dessa vez essa bandidagem passou das contas. Eles nem sequer pouparam o tradicional biscoito de polvilho. Onde já se viu sair aí pelas ruas da cidade armado com um biscoito de polvilho para roubar as pessoas? Onde é que a gente vai parar desse jeito. E da próxima vez? Eles vão assaltar com o quê? Com bacalhau? Com um salaminho?...
Edilson Rodrigues Silva
E-book "Garota Exemplar"
Olá leitores o E-book de hoje é "Garota Exemplar" um livro com uma historia envolvente e encantadora que ira te prender a leitura até a ultima palavra.Espero que gostem!!! BOA LEITURA!!!
GAROTA EXEMPLAR
Uma das mais aclamadas escritoras de suspense da atualidade, Gillian Flynn apresenta um relato perturbador sobre um casamento em crise. Com 4 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo – o maior sucesso editorial do ano, atrás apenas da Trilogia Cinquenta tons de cinza –, "Garota Exemplar" alia humor perspicaz a uma narrativa eletrizante. O resultado é uma atmosfera de dúvidas que faz o leitor mudar de opinião a cada capítulo. Na manhã de seu quinto aniversário de casamento, Amy, a linda e inteligente esposa de Nick Dunne, desaparece de sua casa às margens do Rio Mississippi. Aparentemente trata-se de um crime violento, e passagens do diário de Amy revelam uma garota perfeccionista que seria capaz de levar qualquer um ao limite. Pressionado pela polícia e pela opinião pública – e também pelos ferozmente amorosos pais de Amy –, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamentos inapropriados. Sim, ele parece estranhamente evasivo, e sem dúvida amargo, mas seria um assassino? Com sua irmã gêmea Margo a seu lado, Nick afirma inocência. O problema é: se não foi Nick, onde está Amy? E por que todas as pistas apontam para ele?
GAROTA EXEMPLAR
Sinopse - Garota Exemplar - Gillian Flynn
Soneto 35 William Shakespeare
Soneto 35
William Shakespeare
domingo, 26 de maio de 2013
E-book " A Elite"
Olá leitores hoje no tópico E-Book da semana vou postar para vocês a continuação do livro "A seleção".

isso mesmo vou postar o E-book da "A Elite" para vocês!!!Eu já li o livro e é maravilhoso, a disputa está cada vez mais forte. Espero que gostem!!! Boa leitura!!!
Sinopse - A Elite - The Selection - Livro 02 - Kiera Cass
A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.
America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Poema
Amor é um fogo que arde sem ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente:
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário por entre a gente;
É um contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence,o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contraditório a si é o mesmo Amor?
(Luís de Camões)
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente:
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário por entre a gente;
É um contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence,o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contraditório a si é o mesmo Amor?
(Luís de Camões)
quinta-feira, 23 de maio de 2013
E-book "Por Isso A Gente Acabou"
Olá leitores no E-book de hoje vocês conheceram a estória de um casal de adolescentes que acabaram de terminar um namoro e a namorada escreve uma carta para o ex mostrando o motivo do rompimento.Espero que gostem!!! Boa leitura!!!
Por isso a gente acabou trata, com a comicidade típica do autor, de uma situação difícil pela qual todos um dia irão passar: o fim de uma relação amorosa e toda a angústia, tristeza e incerteza que essa vivência pode gerar. Min Green e Ed Slarteron estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitiva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento. Essa carta é o texto de Por isso a gente acabou, que é, assim, carregado de um tom informal e tragicômico - características da personagem - e traduz com um misto de simplicidade e profundidade a história de uma separação. Imerso neste universo adolescente, o leitor conhecerá a divertida personalidade de Min, uma garota apaixonada por filmes cujo sonho é ser diretora de cinema, e as idas e vindas deste romance, desde o dia em que os dois conversaram pela primeira vez até o instante em que tudo acabou. A artista Maira Kalman, autora de diversas capas da revista The New Yorker, ilustrou cada um dos objetos da narrativa, trazendo cor e descontração a esta história dolorida.

Sinopse - Por Isso a Gente Acabou - Daniel Handler

A Bela Adormecida
A Bela Adormecida
(Irmãos Grimm)Era uma vez, há muito tempo, um rei e uma rainha jovens, poderosos e ricos, mas pouco felizes, porque não tinham concretizado maior sonho deles: terem filhos.
— Se pudéssemos ter um filho! — suspirava o rei.
— E se Deus quisesse, que nascesse uma menina! —animava-se a rainha.
— E por que não gêmeos? — acrescentava o rei.
Mas os filhos não chegavam, e o casal real ficava cada vez mais triste. Não se alegravam nem com os bailes da corte, nem com as caçadas, nem com os gracejos dos bufões, e em todo o castelo reinava uma grande melancolia.
Mas, numa tarde de verão, a rainha foi banhar-se no riacho que passava no fundo do parque real. E, de repente, pulou para fora da água uma rãzinha.
— Majestade, não fique triste, o seu desejo se realizará logo: Antes que passe um ano a senhora dará à luz uma menina.
E a profecia da rã se concretizou, e meses depois a rainha deu a luz a uma linda menina.
O rei, que estava tão feliz, deu uma grande festa de batizado para a pequena princesa que se chamava Aurora.
Convidou uma multidão de súditos: parentes, amigos, nobres do reino e, como convidadas de honra, as treze fadas que viviam nos confins do reino. Mas, quando os mensageiros iam saindo com os convites, o camareiro-mor correu até o rei, preocupadíssimo.
— Majestade, as fadas são treze, e nós só temos doze pratos de ouro. O que faremos? A fada que tiver de comer no prato de prata, como os outros convidados, poderá se ofender. E uma fada ofendida…
O rei refletiu longamente e decidiu:
— Não convidaremos a décima terceira fada — disse, resoluto. — Talvez nem saiba que nasceu a nossa filha e que daremos uma festa. Assim, não teremos complicações.
Partiram somente doze mensageiros, com convites para doze fadas, conforme o rei resolvera.
No dia da festa, cada uma das fadas chegou perto do berço em que dormia a princesa Aurora e ofereceu à recém-nascida um presente maravilhoso.
— Será a mais bela moça do reino — disse a primeira fada, debruçando-se sobre o berço.
— E a de caráter mais justo — acrescentou a segunda.
— Terá riquezas a perder de vista — proclamou a terceira.
— Ninguém terá o coração mais caridoso que o seu — afirmou a quarta.
— A sua inteligência brilhará como um sol — comentou a quinta.
Onze fadas já tinham passado em frente ao berço e dado a pequena princesa um dom; faltava somente uma (entretida em tirar uma mancha do vestido, no qual um garçom desajeitado tinha virado uma taça de sorvete) quando chegou a décima terceira, aquela que não tinha sido convidada por falta de pratos de ouro.
Estava com a expressão muito sombria e ameaçadora, terrivelmente ofendida por ter sido excluída. Lançou um olhar maldoso para a princesa Aurora, que dormia tranqüila, e disse: — Aos quinze anos a princesa vai se ferir com o fuso de uma roca e morrerá.
E foi embora, deixando um silêncio desanimador e os pais desesperados.
Então aproximou-se a décima segunda fada, que devia ainda oferecer seu presente.
— Não posso cancelar a maldição que agora atingiu a princesa. Tenho poderes só para modificá-la um pouco. Por isso, Aurora não morrerá; dormirá por cem anos, até a chegada de um príncipe que a acordará com um beijo.
Passados os primeiros momentos de espanto e temor, o rei, decidiu tomar providências, mandou queimar todas as rocas do reino. E, daquele dia em diante, ninguém mais fiava, nem linho, nem algodão, nem lã. Ninguém além da torre do castelo.
Aurora crescia, e os presentes das fadas, apesar da maldição, estavam dando resultados. Era bonita, boa, gentil e caridosa, os súditos a adoravam.
No dia em que completou quinze anos, o rei e a rainha estavam ausentes, ocupados numa partida de caça. Talvez, quem sabe, em todo esse tempo tivessem até esquecido a profecia da fada malvada.
A princesa Aurora, porém, estava se aborrecendo por estar sozinha e começou a andar pelas salas do castelo. Chegando perto de um portãozinho de ferro que dava acesso à parte de cima de uma velha torre, abriu-o, subiu a longa escada e chegou, enfim, ao quartinho.
Ao lado da janela estava uma velhinha de cabelos brancos, fiando com o fuso uma meada de linho. A garota olhou, maravilhada. Nunca tinha visto um fuso.
— Bom dia, vovozinha.
— Bom dia a você, linda garota.
— O que está fazendo? Que instrumento é esse?
Sem levantar os olhos do seu trabalho, a velhinha respondeu com ar bonachão:
— Não está vendo? Estou fiando!
A princesa, fascinada, olhava o fuso que girava rapidamente entre os dedos da velhinha.
— Parece mesmo divertido esse estranho pedaço de madeira que gira assim rápido. Posso experimentá-lo também? Sem esperar resposta, pegou o fuso. E, naquele instante, cumpriu-se o feitiço. Aurora furou o dedo e sentiu um grande sono. Deu tempo apenas para deitar-se na cama que havia no aposento, e seus olhos se fecharam.
Na mesma hora, aquele sono estranho se difundiu por todo o palácio.
Adormeceram no trono o rei e a rainha, recém-chegados da partida de caça.
Adormeceram os cavalos na estrebaria, as galinhas no galinheiro, os cães no pátio e os pássaros no telhado.
Adormeceu o cozinheiro que assava a carne e o servente que lavava as louças; adormeceram os cavaleiros com as espadas na mão e as damas que enrolavam seus cabelos.
Também o fogo que ardia nos braseiros e nas lareiras parou de queimar, parou também o vento que assobiava na floresta. Nada e ninguém se mexia no palácio, mergulhado em profundo silêncio.
Em volta do castelo surgiu rapidamente uma extensa mata. Tão extensa que, após alguns anos, o castelo ficou oculto.
Nem os muros apareciam, nem a ponte levadiça, nem as torres, nem a bandeira hasteada que pendia na torre mais alta.
Nas aldeias vizinhas, passava de pai para filho a história da princesa Aurora, a bela adormecida que descansava, protegida pelo bosque cerrado. A princesa Aurora, a mais bela, a mais doce das princesas, injustamente castigada por um destino cruel.
— E se Deus quisesse, que nascesse uma menina! —animava-se a rainha.
— E por que não gêmeos? — acrescentava o rei.
Mas os filhos não chegavam, e o casal real ficava cada vez mais triste. Não se alegravam nem com os bailes da corte, nem com as caçadas, nem com os gracejos dos bufões, e em todo o castelo reinava uma grande melancolia.
Mas, numa tarde de verão, a rainha foi banhar-se no riacho que passava no fundo do parque real. E, de repente, pulou para fora da água uma rãzinha.
— Majestade, não fique triste, o seu desejo se realizará logo: Antes que passe um ano a senhora dará à luz uma menina.
E a profecia da rã se concretizou, e meses depois a rainha deu a luz a uma linda menina.
O rei, que estava tão feliz, deu uma grande festa de batizado para a pequena princesa que se chamava Aurora.
Convidou uma multidão de súditos: parentes, amigos, nobres do reino e, como convidadas de honra, as treze fadas que viviam nos confins do reino. Mas, quando os mensageiros iam saindo com os convites, o camareiro-mor correu até o rei, preocupadíssimo.
— Majestade, as fadas são treze, e nós só temos doze pratos de ouro. O que faremos? A fada que tiver de comer no prato de prata, como os outros convidados, poderá se ofender. E uma fada ofendida…
O rei refletiu longamente e decidiu:
— Não convidaremos a décima terceira fada — disse, resoluto. — Talvez nem saiba que nasceu a nossa filha e que daremos uma festa. Assim, não teremos complicações.
Partiram somente doze mensageiros, com convites para doze fadas, conforme o rei resolvera.
No dia da festa, cada uma das fadas chegou perto do berço em que dormia a princesa Aurora e ofereceu à recém-nascida um presente maravilhoso.
— Será a mais bela moça do reino — disse a primeira fada, debruçando-se sobre o berço.
— E a de caráter mais justo — acrescentou a segunda.
— Terá riquezas a perder de vista — proclamou a terceira.
— Ninguém terá o coração mais caridoso que o seu — afirmou a quarta.
— A sua inteligência brilhará como um sol — comentou a quinta.
Onze fadas já tinham passado em frente ao berço e dado a pequena princesa um dom; faltava somente uma (entretida em tirar uma mancha do vestido, no qual um garçom desajeitado tinha virado uma taça de sorvete) quando chegou a décima terceira, aquela que não tinha sido convidada por falta de pratos de ouro.
Estava com a expressão muito sombria e ameaçadora, terrivelmente ofendida por ter sido excluída. Lançou um olhar maldoso para a princesa Aurora, que dormia tranqüila, e disse: — Aos quinze anos a princesa vai se ferir com o fuso de uma roca e morrerá.
E foi embora, deixando um silêncio desanimador e os pais desesperados.
Então aproximou-se a décima segunda fada, que devia ainda oferecer seu presente.
— Não posso cancelar a maldição que agora atingiu a princesa. Tenho poderes só para modificá-la um pouco. Por isso, Aurora não morrerá; dormirá por cem anos, até a chegada de um príncipe que a acordará com um beijo.
Passados os primeiros momentos de espanto e temor, o rei, decidiu tomar providências, mandou queimar todas as rocas do reino. E, daquele dia em diante, ninguém mais fiava, nem linho, nem algodão, nem lã. Ninguém além da torre do castelo.
Aurora crescia, e os presentes das fadas, apesar da maldição, estavam dando resultados. Era bonita, boa, gentil e caridosa, os súditos a adoravam.
No dia em que completou quinze anos, o rei e a rainha estavam ausentes, ocupados numa partida de caça. Talvez, quem sabe, em todo esse tempo tivessem até esquecido a profecia da fada malvada.
A princesa Aurora, porém, estava se aborrecendo por estar sozinha e começou a andar pelas salas do castelo. Chegando perto de um portãozinho de ferro que dava acesso à parte de cima de uma velha torre, abriu-o, subiu a longa escada e chegou, enfim, ao quartinho.
Ao lado da janela estava uma velhinha de cabelos brancos, fiando com o fuso uma meada de linho. A garota olhou, maravilhada. Nunca tinha visto um fuso.
— Bom dia, vovozinha.
— Bom dia a você, linda garota.
— O que está fazendo? Que instrumento é esse?
Sem levantar os olhos do seu trabalho, a velhinha respondeu com ar bonachão:
— Não está vendo? Estou fiando!
A princesa, fascinada, olhava o fuso que girava rapidamente entre os dedos da velhinha.
— Parece mesmo divertido esse estranho pedaço de madeira que gira assim rápido. Posso experimentá-lo também? Sem esperar resposta, pegou o fuso. E, naquele instante, cumpriu-se o feitiço. Aurora furou o dedo e sentiu um grande sono. Deu tempo apenas para deitar-se na cama que havia no aposento, e seus olhos se fecharam.
Na mesma hora, aquele sono estranho se difundiu por todo o palácio.
Adormeceram no trono o rei e a rainha, recém-chegados da partida de caça.
Adormeceram os cavalos na estrebaria, as galinhas no galinheiro, os cães no pátio e os pássaros no telhado.
Adormeceu o cozinheiro que assava a carne e o servente que lavava as louças; adormeceram os cavaleiros com as espadas na mão e as damas que enrolavam seus cabelos.
Também o fogo que ardia nos braseiros e nas lareiras parou de queimar, parou também o vento que assobiava na floresta. Nada e ninguém se mexia no palácio, mergulhado em profundo silêncio.
Em volta do castelo surgiu rapidamente uma extensa mata. Tão extensa que, após alguns anos, o castelo ficou oculto.
Nem os muros apareciam, nem a ponte levadiça, nem as torres, nem a bandeira hasteada que pendia na torre mais alta.
Nas aldeias vizinhas, passava de pai para filho a história da princesa Aurora, a bela adormecida que descansava, protegida pelo bosque cerrado. A princesa Aurora, a mais bela, a mais doce das princesas, injustamente castigada por um destino cruel.
Aqueles que tinham sorte conseguiam escapar, voltando em condições lastimáveis, machucados e sangrando. Outros, mais teimosos, sacrificavam a própria vida.
Um dia, chegou nas redondezas um jovem príncipe, bonito e corajoso. Soube pelo bisavô a história da bela adormecida que, desde muitos anos, tantos jovens a procuravam em vão alcançar.
— Quero tentar também — disse o príncipe aos habitantes de uma aldeia pouco distante do castelo.
Aconselharam-no a não ir. — Ninguém nunca conseguiu!
— Outros jovens, fortes e corajosos como você, falharam…
— Alguns morreram entre os espinheiros…
— Desista!
Muitos foram, os que tentarem desanimá-lo.
No dia em que o príncipe decidiu satisfazer a sua vontade se completavam justamente os cem anos da festa do batizado e das predições das fadas. Chegara, finalmente, o dia em que a bela adormecida poderia despertar.
Quando o príncipe se encaminhou para o castelo viu que, no lugar das árvores e galhos cheios de espinhos, se estendiam aos milhares, bem espessas, enormes carreiras de flores perfumadas. E mais, aquela mata de flores cheirosas se abriu diante dele, como para encorajá-lo a prosseguir; e voltou a se fechar logo, após sua passagem.
O príncipe chegou em frente ao castelo. A ponte elevadiça estava abaixada e dois guardas dormiam ao lado do portão, apoiados nas armas. No pátio havia um grande número de cães, alguns deitados no chão, outros encostados nos cantos; os cavalos que ocupavam as estrebarias dormiam em pé.
Nas grandes salas do castelo reinava um silêncio tão profundo que o príncipe ouvia sua própria respiração, um pouco ofegante, ressoando naquela quietude. A cada passo do príncipe se levantavam nuvens de poeira.
Salões, escadarias, corredores, cozinha… Por toda parte, o mesmo espetáculo: gente que dormia nas mais estranhas posições.
O príncipe perambulou por longo tempo no castelo. Enfim, achou o portãozinho de ferro que levava à torre, subiu a escada e chegou ao quartinho em que dormia A princesa Aurora.
A princesa estava tão bela, com os cabelos soltos, espalhados nos travesseiros, o rosto rosado e risonho. O príncipe ficou deslumbrado. Logo que se recobrou se inclinou e deu-lhe um beijo.
Imediatamente, Aurora despertou, olhou par ao príncipe e sorriu.
Todo o reino também despertara naquele instante.
Acordou também o cozinheiro que assava a carne; o servente, bocejando, continuou lavando as louças, enquanto as damas da corte voltavam a enrolar seus cabelos.
O fogo das lareiras e dos braseiros subiu alto pelas chaminés, e o vento fazia murmurar as folhas das árvores. A vida voltara ao normal. Logo, o rei e a rainha correram à procura da filha e, ao encontrá-la, chorando, agradeceram ao príncipe por tê-la despertado do longo sono de cem anos.
O príncipe, então, pediu a mão da linda princesa em casamento que, por sua vez, já estava apaixonada pelo seu valente salvador.
Eles, então, se casaram e viveram felizes para sempre!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
E-book "Ame o que é seu"
Olá leitores hoje venho aqui postar a vocês um E-book lindo e muito contagiante.Em "Ame o que é seu" encontramos uma estória envolvente e surpreendente. Espero que gostem!!!Boa leitura!!!
“Como amar de verdade a pessoa que está comigo, se não consigo esquecer alguém que ficou no passado?”.
O tema deste livro deixa aquela pulga atrás da orelha, te faz imaginar como seria a vida se tivéssemos feitos outras escolhas. Esta é uma história para quem algum dia já se perguntou isso.
Em Ame o que é seu o leitor encontrará a história de uma mulher (Ellen) dividida entre o amor real e aquele fatídico 'E, se'.
O casamento de Ellen e Andy não parece perfeito, ele é perfeito. São inegáveis a profundidade da devoção mútua e o quanto um esperta o melhor do outro. Mas por obra do destino, certa tarde, Ellen revê Leo pela primeira vez em oito anos. Leo, aquele que partiu seu coração sem se explicar, aquele que ela não conseguiu esquecer.
Quando o reaparecimento dele desperta sentimentos há muito adormecidos, Ellen se põe a questionar se sua vida atual é de fato como ela queria que fosse.
O desenrolar da história é contagiante, pois a cada página acontecem novas cenas que é quase impossível abandonar a leitura, ou ... não se colocar em seu lugar.
Sinopse - Ame o que é seu - Love the one you're with - Emily Giffin
“Como amar de verdade a pessoa que está comigo, se não consigo esquecer alguém que ficou no passado?”.
Em Ame o que é seu o leitor encontrará a história de uma mulher (Ellen) dividida entre o amor real e aquele fatídico 'E, se'.
O casamento de Ellen e Andy não parece perfeito, ele é perfeito. São inegáveis a profundidade da devoção mútua e o quanto um esperta o melhor do outro. Mas por obra do destino, certa tarde, Ellen revê Leo pela primeira vez em oito anos. Leo, aquele que partiu seu coração sem se explicar, aquele que ela não conseguiu esquecer.
Quando o reaparecimento dele desperta sentimentos há muito adormecidos, Ellen se põe a questionar se sua vida atual é de fato como ela queria que fosse.
O desenrolar da história é contagiante, pois a cada página acontecem novas cenas que é quase impossível abandonar a leitura, ou ... não se colocar em seu lugar.
Texto de Tati Bernardi
Muito Amor
Para os grandes, eu penso. E viro a cabeça pra pensar em outra coisa. É mais feliz gostar, amar é pra quem pode. Mas você ou a vida ou sei lá. Insiste. E então chega enorme. E só me resta rir que nem quando vejo um bebê muito pequeno e lindo. Você ri. Vai fazer o quê? É o milagre maravilhoso da vida e eu ficando brega e cheia de medo e cheia de vontade de te contar tantas coisas e nem sei se você gosta de ouvir meus atropelos. Muito amor. E então fico querendo não trair a beleza. Com você sinto a fidelidade de ser tranquila. Um pacto de paz com o mundo. Pra não me afastar de você quando estou longe. E é impossível então que os martelos do apartamento de cima sejam realmente martelos. E é impossível que as chatices do dia sejam realmente sem solução. E os outros caras, aviso, olha, é amor. É amor. Ainda que eu quisesse, não consigo mais nem um centímetro pra você. Desculpa. O amor é terrivelmente fiel. Porque ele ocupa coisas nossas que nem existem nos sentidos conhecidos. É como tomar água morna depois de ter engolido um filtro inteiro de água geladinha. Ninguém nem pensa nisso. Muito amor. De um jeito que era mesmo o que eu achava que existia. E é orgânico dentro da gente ainda que vendo de fora não pareça caber. O corpo dá um jeito. Minha casca reclama mas incha. Tudo faz drama dentro de mim, ainda que nada seja realmente de surpresa. Sentir isso era o casaco de frio que sempre carreguei no carro. Cansado, abandonado, amassado, sujo, velho. Mas, de repente, tudo isso desistente tem serventia e a vida te abraça. O guarda-chuva do porta-malas. A bolsa falsa do assalto que minha mãe mandava eu ter embaixo do banco do passageiro. Sentir isso são os trocos que você guarda pra emergência. Amar grande é gastar reservas e ainda assim ter coragem pra dar o que não se tem. Amar grande é ter vertigem no chão mas sentir um chamado pra voar. Amar grande é essa fome enjoada ou esse enjôo faminto. É o soco do bem na barriga. É mostrar os dentes pra se defender mas acaba em sorriso. É o sal que carrego no fundo falso da bolsa pra quando eu não aguentar a vida. É o açúcar que carrego junto. É tudo que pode sair do controle. É meu corpo caindo. E as almofadas de várias cores pra me dizer que pode dar certo. É o desespero aconchegante.
terça-feira, 21 de maio de 2013
E-book "Como quase namorei Robert Pattinson"
Olá leitores hoje o E-book do livro "Como quase namorei Robert Pattinson" vai envolve-los em uma estoria divertida e de linguagem fácil. Um livro para ler no fim da tarde e se entreter. Espero que gostem!Boa leitura!!!
"Quando abro os olhos, ali estou eu. Deitada de bruços na areia da praia. E Robert Pattinson está passando óleo bronzeador nas minhas pernas". >> Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Já perdeu a conta de quantas vezes leu os livros da série e assistiu aos filmes. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs do Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Sua obsessão ganha fôlego com uma temporada de estudos em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Percebe, então, que uma mudança radical em seu comportamento “crepuscólico” é mais do que urgente. O que ela não esperava era conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson! Apaixonante, lindo, rico, misterioso e ambíguo, Miguel acaba se tornando um desejo mais inacessível para Duda do que o próprio astro de Hollywood. Uma história cheia de humor, aventuras e reviravoltas, para você chorar de rir!
Sinopse - Como (quase) namorei Robert Pattinson - Carol Sabar
Poema
Ensaio para o que caminha em mim
Cingir céu, nuvens
Abarcar como rio
Adornar flor, chão
Coroar como rosa
Atar ermo, fontes
Abraçar como luzir
Ligar montes, astros
Cercar como farol
Ladear riso, áspero
Enredar como gesto
Rodear rota, espelho
Abranger como cimo
segunda-feira, 20 de maio de 2013
E-book "A Filha da Feiticeira"
Olá leitores procurei muito esse nosso próximo E-book tive que entrar em vários sites mais valeu a pena pois encontrei completo e gratuito para vocês.Espero que gostem!!!Boa leitura!!!

Sinopse - A Filha da Feiticeira - Paula Brackston
Cada era exige um novo diário. Assim sendo, começa este livro das sombras. Após a morte, em 1628, de toda a sua família, a menina Elizabeth, de 15 anos, consegue abrigo com o bruxo Gideon Masters. Contudo, ele a aprisiona e a inicia na magia, tornando-a um ser eterno. Com a fuga da jovem, anos depois, o tutor a persegue ao longo dos séculos, passando por momentos importantes da história da humanidade.
Com traços de romance histórico e elementos de fantasia, A Filha da Feiticeira é uma arrebatadora iniciação no mundo mágico, embora perigoso, da feitiçaria. É impossível esquecer essa heroína forte e independente, que sobrevive a pragas e guerras, na busca por se manter fiel a seus princípios.
A autora descreve com destreza épocas e locais distintos ao longo dos tempos, como a Inglaterra de 1628, a Paris de 1917 e os dias atuais. Para isso, Paula Brackston pesquisou durante anos as características das sociedades que lá viviam. No fim, uma certeza: o desejo urgente por uma continuação.
Uma saga de inocência, entremeada de fantasia. Uma história repleta de magia e feitiçaria, ideal para aqueles que buscam uma trama fascinante. O livro é maravilhosamente escrito, possui personagens bem-construídos e uma trama que prende o leitor até o fim.
domingo, 19 de maio de 2013
E-book "Entre O Agora e Nunca"
Olá leitores trago para vocês um E-book de um livro novinho super lindo e com uma historia incrível. Espero que gostem e boa leitura
Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que desistiu do amor desde que Ian, seu namorado, morreu num acidente de carro há um ano. Sua melhor amiga, Natalie, é a única capaz de animá-la. Mas a relação entre as duas fica abalada quando o namorado de Nat revela à Camryn que está apaixonado por ela. Perdida, sem saber o que fazer, Camryn vai para rodoviária e pega o primeiro ônibus interestadual, sem se importar com o destino.
Sinopse - Entre O Agora e O Nunca - Entre O Agora e O Nunca - Livro 01 - J. A. Redmerski
Com uma carteira, um celular e uma pequena bolsa com alguns itens indispensáveis, Camryn embarca para Idaho. Mas o que ela não esperava era conhecer Andrew Parrish, um jovem sedutor e misterioso, a caminho para visitar o pai, que está morrendo de câncer. Andrew se aproxima da companheira de viagem, primeiro para protegê-la, mas logo uma conexão irresistível se forma entre os dois.
Camryn tenta lutar contra o sentimento, já que jurou nunca mais se apaixonar desde a morte de Ian. Andrew também tenta resistir, motivado pelos próprios segredos. Narrado em capítulos que alternam as vozes de Andrew e Camryn, Entre O Agora e O Nunca é uma história de amor e sexo, na qual os personagens testam seus limites, exploram seus desejos e buscam o caminho que os levará à felicidade.
A Melhor idade
A Melhor Idade

Três irmãs, uma de 86, outra de 84 e a última de 82 anos de idade viviam juntas em uma casa. À noite, a irmã de 86 anos começou a encher a banheira para tomar banho, ela pôs um pé dentro da banheira, fez uma pausa...e depois gritou:

Três irmãs, uma de 86, outra de 84 e a última de 82 anos de idade viviam juntas em uma casa. À noite, a irmã de 86 anos começou a encher a banheira para tomar banho, ela pôs um pé dentro da banheira, fez uma pausa...e depois gritou:
- Hei! Alguém aí sabe se eu estava entrando ou saindo da banheira?
A irmã de 84 anos lhe respondeu:
- Não sei, já subo aí para ver... Ela começou a subir as escadas, fez uma pausa...e depois gritou:
A irmã de 84 anos lhe respondeu:
- Não sei, já subo aí para ver... Ela começou a subir as escadas, fez uma pausa...e depois gritou:
- Ih! Alguém sabe se eu estava subindo ou estava descendo as escadas?
A irmã menor, a de 82 anos, estava na cozinha tomando chá e escutando as outras duas irmãs conversando, ela moveu a cabeça num sinal de negação e pensou:
- Que Horror! Espero nunca chegar numa situação lamentável dessas. Coitadas dessas duas elas estão só o bagaço da laranja. Pensando isso ela bateu três vezes na madeira da mesa e resolveu responder para as outras duas:
- Calmas meninas! Já vou ajudá-las! Deixe-me ver quem está batendo na porta! Quem será uma hora dessas...Que pessoal sem educação!
Adaptado da Internet
sábado, 18 de maio de 2013
E-book "As Violetas de Março"
Olá leitores hoje o E-book da semana é muitíssimo especial e o E-book do livro "As Violetas de Março". um livro envolvente e incrível que vai te fazer suspirar.Espero que gostem e boa leitura!!!
Sinopse - As Violetas de Março - Qualquer pessoa que já tenha perdido um amor vai se encantar com este livro. - Sarah Jio
Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio.Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar.
Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta.
Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história.
Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
E-book"Divergente e Insurgente"
Olá leitores hoje trouxe para vocês dois E-books muito legais que contam a historia de um tempo onde o mundo estará dividido em classes diferentes,onde uma menia que sempre viveu com os pais descobre que é uma divergente e tem que escolher entre ficar com a família ou ser quem realmente é,uma historia incrível e surpreendente.Espero que gostem e boa leitura!!!
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
Sinopse - Divergente - Divergente - Livro 1 - Veronica Roth
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Sinopse - Insurgente - Divergente - Livro 2 - Veronica Roth
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. Uma linda moral
" Moral
É um tesouro para a mulher a formosura,
Que nunca nos fartamos de admirar.
Mas aquele dom que chamamos de doçura
Tem um valor que não se pode estimar.
Foi isso que Cinderela aprendeu com a madrinha
que a educou com um zelo tal,
Que um dia finalmente,dela fez uma rainha.
(Pois também deste conto extraímos uma moral.)
Beldade,ela vale mais do que roupas enfeitadas.
Para ganhar um coração, chegar ao fim da batalha,
A doçura é que é dádiva preciosa das fadas
Adorne-se com ela, pois que esta virtude não falha."
(Cinderela ou O sapatinho de vidro-Charles Perrault)
É um tesouro para a mulher a formosura,
Que nunca nos fartamos de admirar.
Mas aquele dom que chamamos de doçura
Tem um valor que não se pode estimar.
Foi isso que Cinderela aprendeu com a madrinha
que a educou com um zelo tal,
Que um dia finalmente,dela fez uma rainha.
(Pois também deste conto extraímos uma moral.)
Beldade,ela vale mais do que roupas enfeitadas.
Para ganhar um coração, chegar ao fim da batalha,
A doçura é que é dádiva preciosa das fadas
Adorne-se com ela, pois que esta virtude não falha."
(Cinderela ou O sapatinho de vidro-Charles Perrault)
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Quando nasce a poesia
Quando vai nascer a poesia, a gente acha que é das flores, das borboletas e do sorriso singelo de uma criança bem nutrida. A gente acha, mas não é. Quando vai nascer a poesia, é do suor sufocante do gozo silenciado. Ou do grito enfastiado da última vontade de abandonar o trabalho que lhe garante casa e comida. É do gemido obsceno que faz verter o sangue de todas as suas virgindades. É de quando você rasga o pudor aos poucos, ferindo a própria carne. É também do pudor tão sufocante que dói sem poder rasgar. A poesia é como a tristeza raivosa da mãe ressentida: “dei tudo a eles e nada tenho em troca”. A poesia ressente no calor dos versos e repete palavras à exaustão. É também alegria que vem sem qualquer razão de ser. É desalinho. É um pecado sem lugar – nem o próprio deus de amor perdoa. A poesia pede e insiste. Mendiga o seu carinho no auge de sua desesperança. É quando você escuta a história mais triste do mundo. E vê nos olhos de seus filhos todas as crianças assassinadas pelos donos da noite. A poesia é quando você não divide mais o mundo entre eles e nós: e tudo o que chora está em você e você está em todas as lágrimas que sangram sob as pontes abandonadas. A poesia é aquela pontada de esperança de que universo tenha jeito. E um desejo devastador de que tudo se despedace em estrelas cadentes. Recheadas do sangue de quem não sabe amar. A poesia é quando você ama o suficiente para se saber um quase-nada. Diante de tudo o que arde. Diante de tudo o que voa. Diante de todo desejo. A poesia é quando você sai de si. E tem todos os corpos de deus.
por Carla Carrion
E-book"Kal Foster e o livro de Merlin"
Olá leitores hoje com todo o entusiasmo do mundo e muitas esperança que vocês adorem apresentar um livro que liga o presente e o passado em um só.Uma historia incrível e surpreendente.Espero que gostem e Boa leitura!!!
Ao ingressar na escola de Magia de Avalon, Kal Foster descobre que os mistérios ao redor de sua existência mágica vão muito além do presente e têm uma forte ligação com o passado honroso de sua família e com o maior inimigo da comunidade mágica. A partir destas descobertas o jovem mago e seus amigos enfrentam perigos para proteger o segredo do Livro de Merlin e fazem de tudo para que ele não caia nas mãos do meio-vampiro Kricolas.
Sinopse - Kal Foster - e o Livro de Merlin - André Fantin
quarta-feira, 15 de maio de 2013
O coiso (Tati Bernardi)
O coiso
(Tati Bernardi)
A primeira vez que o coiso falou comigo, eu tinha três anos. Eu tava na casa de algum parente ou amigo da minha mãe e pensei “caramba, se me der um troço agora e eu ficar muito, mas muito, estranha, que será que acontece?”. Não lembro o que aconteceu, mas lembro que foi a primeira vez que o coiso falou comigo.
Aí achei o coiso uma coisa maior bizarra, mas já era tarde demais. Ele se alojou no centro da minha existência, emanando seus raios e líquidos indesejáveis para meus órgãos mais vitais como meu fígado e meu cérebro. O coisa era tipo um sem terra tentando me deixar louca e enjoada. Era como se eu tivesse área saudável demais em mim e fosse injusto nenhuma doencinha poder plantar e frutificar nessa área tão improdutiva pela paz. Ele fincou sua bandeira vermelha e sua barba comunista em mim e gritou “vai sofrer um pouco sim, ou tá achando que a vida é só comprar Barbie?’
Um dia, quando eu tinha uns 12 anos, o coiso soprou no meu ouvido “já parou pra pensar que você pode ficar louca?”. Puta medo que eu tive de ser louca. Aquele monte de gente normal na hora do recreio. Gente normal que ia entrar no colegial, na faculdade, transar, namorar, sofrer, arrumar empregos, ganhar dinheiro, comprar casas, casar, ter filhos, ter netos, começar a morder o nada tipo chiclete imaginário (já percebeu que "véio" gaga faz isso?) e morrer. Tudo isso enquanto eu só ficava louca. Uma vida entregue a loucura. Nossa, que medo que eu senti. Até negociei com o coiso: “pô, o resto todo até abro mão, mas deixa pelo menos eu transar um pouxo aê, vai, depois posso até ficar louca”.
E assim seguiram esses quase 30 anos de vida. O coiso continua lá e eu continuo aqui. A gente briga, a gente faz as pazes. Ele fica enorme quando me come demais, ele fica fraquinho e quase morre quando esqueço de lhe dar comida. Ele me ajuda a escrever melhor e viver pior. Às vezes, ele se cansa um pouco ou está dorminhoco e eu aproveito o dia pra ser feliz como nunca ou como se fosse a última vez.
Já tentei matar o coiso com terapias, remédios, yogas, mousses de chocolate, meditações, macumbas, espiritismos, pintos, gritos, danças, pensamentos, chás, fumaças e calças Diesel de mil reais. Mas no fundo, acho que nem quero que ele morra. O coiso ta aí desde os meus 3 anos, tadinho. Ele morreria sem se hospedar em mim e eu, certamente, sentiria um vazio ou um excesso terrível de mim mesma sem ser devorada dia-a-dia por ele.
O coiso é tipo aquele tio avô rico chato que você até queria que morresse pra curtir a vida com o que ele tem debaixo do colchão, mas ao mesmo tempo você pensa: e como é que eu vou ser feliz sem a minha tristeza? Sem o meu tio avô ranzinza que guarda alegrias em baixo do travesseiro como se o mundo jamais soubesse o que fazer com elas? Ele protege o mundo da simplicidade com medo que a maluquice saia de moda. Qualquer coiso que existe desde 1982 tem medo de sair de moda.
Deixa o cinza lá, deixa o coiso lá. Pelo menos eu sei onde ele está, pelo menos ele mora aqui em casa. Pior é se ele morrer e resolver me assombrar.
Hoje o coiso me fez acordar às cinco da manhã. Dei um sobressalto e acordei assustada, com medo de engolir o inseto imaginário que o coiso, mais uma vez, botou na minha goela só pra zoar comigo. Ah, esse coiso maluco. Nem dormir eu posso mais.
Aí resolvi quebrar o pau com ele. Chamei o coiso e o coloquei sentadinho na minha frente. Falei, falei e falei. Mostrei pra ele quem manda. E sabe o que ele fez? Falou, no maior cinismo, que não tinha botado inseto imaginário nenhum na minha garganta. Eu é que tava ficando louca.
Aí achei o coiso uma coisa maior bizarra, mas já era tarde demais. Ele se alojou no centro da minha existência, emanando seus raios e líquidos indesejáveis para meus órgãos mais vitais como meu fígado e meu cérebro. O coisa era tipo um sem terra tentando me deixar louca e enjoada. Era como se eu tivesse área saudável demais em mim e fosse injusto nenhuma doencinha poder plantar e frutificar nessa área tão improdutiva pela paz. Ele fincou sua bandeira vermelha e sua barba comunista em mim e gritou “vai sofrer um pouco sim, ou tá achando que a vida é só comprar Barbie?’
Um dia, quando eu tinha uns 12 anos, o coiso soprou no meu ouvido “já parou pra pensar que você pode ficar louca?”. Puta medo que eu tive de ser louca. Aquele monte de gente normal na hora do recreio. Gente normal que ia entrar no colegial, na faculdade, transar, namorar, sofrer, arrumar empregos, ganhar dinheiro, comprar casas, casar, ter filhos, ter netos, começar a morder o nada tipo chiclete imaginário (já percebeu que "véio" gaga faz isso?) e morrer. Tudo isso enquanto eu só ficava louca. Uma vida entregue a loucura. Nossa, que medo que eu senti. Até negociei com o coiso: “pô, o resto todo até abro mão, mas deixa pelo menos eu transar um pouxo aê, vai, depois posso até ficar louca”.
E assim seguiram esses quase 30 anos de vida. O coiso continua lá e eu continuo aqui. A gente briga, a gente faz as pazes. Ele fica enorme quando me come demais, ele fica fraquinho e quase morre quando esqueço de lhe dar comida. Ele me ajuda a escrever melhor e viver pior. Às vezes, ele se cansa um pouco ou está dorminhoco e eu aproveito o dia pra ser feliz como nunca ou como se fosse a última vez.
Já tentei matar o coiso com terapias, remédios, yogas, mousses de chocolate, meditações, macumbas, espiritismos, pintos, gritos, danças, pensamentos, chás, fumaças e calças Diesel de mil reais. Mas no fundo, acho que nem quero que ele morra. O coiso ta aí desde os meus 3 anos, tadinho. Ele morreria sem se hospedar em mim e eu, certamente, sentiria um vazio ou um excesso terrível de mim mesma sem ser devorada dia-a-dia por ele.
O coiso é tipo aquele tio avô rico chato que você até queria que morresse pra curtir a vida com o que ele tem debaixo do colchão, mas ao mesmo tempo você pensa: e como é que eu vou ser feliz sem a minha tristeza? Sem o meu tio avô ranzinza que guarda alegrias em baixo do travesseiro como se o mundo jamais soubesse o que fazer com elas? Ele protege o mundo da simplicidade com medo que a maluquice saia de moda. Qualquer coiso que existe desde 1982 tem medo de sair de moda.
Deixa o cinza lá, deixa o coiso lá. Pelo menos eu sei onde ele está, pelo menos ele mora aqui em casa. Pior é se ele morrer e resolver me assombrar.
Hoje o coiso me fez acordar às cinco da manhã. Dei um sobressalto e acordei assustada, com medo de engolir o inseto imaginário que o coiso, mais uma vez, botou na minha goela só pra zoar comigo. Ah, esse coiso maluco. Nem dormir eu posso mais.
Aí resolvi quebrar o pau com ele. Chamei o coiso e o coloquei sentadinho na minha frente. Falei, falei e falei. Mostrei pra ele quem manda. E sabe o que ele fez? Falou, no maior cinismo, que não tinha botado inseto imaginário nenhum na minha garganta. Eu é que tava ficando louca.
E-book "Como eu era antes de você"
Olá leitores hoje irei apresentar para vocês o E-book do livro Como Eu Era Antes de Você um livro super emocionante que vai abalar suas estruturas. Espero que gostem e boa leitura!!!
Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Sinopse - Como Eu Era Antes de Você - Jojo Moyes
Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento.
O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.
terça-feira, 14 de maio de 2013
E-book "Os Príncipes Encantados de Libby Manson"
Olá leitores o E-book de hoje é mais leve um leitura gostosa de se fazer.Não que ser leve signifique que o livro é fraco muito pelo contrario é um livro divertidíssimo.Espero que gostem e boa leitura!!!
Aos 27 anos, Libby sonha com um marido rico. Enquanto o seu príncipe encantado não chega, ela se diverte com Nick, um escritor talentoso, divertido e bom de cama, mas que não tem um tostão. Quando Ed, um milionário, surge em sua vida, ela acaba se vendo diante de um terrível dilema - escolher entre o sensual Nick e o ricaço chato de bigode esquisito. Ela acaba fazedndo sua escolha. Resta apenas torcer para que tenha sido a escolha certa.
Sinopse - Os Príncipes Encantados de Libby Manson - Jane Green
Aos 27 anos, Libby sonha com um marido rico. Enquanto o seu príncipe encantado não chega, ela se diverte com Nick, um escritor talentoso, divertido e bom de cama, mas que não tem um tostão. Quando Ed, um milionário, surge em sua vida, ela acaba se vendo diante de um terrível dilema - escolher entre o sensual Nick e o ricaço chato de bigode esquisito. Ela acaba fazedndo sua escolha. Resta apenas torcer para que tenha sido a escolha certa. segunda-feira, 13 de maio de 2013
E-book "O Perfume"
Olá leitores o E-book de hoje é super interessante vamos ingressar em uma historia envolvente e muitas vezes assustadora.Espero que gostem e Boa leitura!
Sinopse - O Perfume - A História de um Assassino -Patrick SüskindFrança, século XVIII. O recém-nascido Jean-Baptiste Grenouille é abandonado pela mãe junto a restos de peixes em um mercado parisiense. Rejeitado também pela natureza, que lhe negou o direito de exalar o cheiro característico dos seres humanos, pelas amas-de-leite e por instituições religiosas, o menino Grenouille cresce sobrevivendo ao repúdio, a acidentes e doenças. Ainda jovem descobre ser dotado de imensa sensibilidade olfativa e parte em busca da essência perfeita, do perfume que lhe falta para seduzir e dominar qualquer pessoa. Nessa busca obsessiva, ele usurpa a essência dos corpos de suas vítimas.
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